terça-feira, 18 de maio de 2010

Um coisa velha

Minha solidão se misturou ao nublado do céu
e foi no meio do cinza que uma andorinha cruzou meu olhar *

As velhas saudades...
de qualquer coisa,
de coisa nenhuma.

As (c)antigas tristezas...
de tudo o que sei e
de tudo que não saberei jamais.

De frente pra janela,
vejo a chuva fina que cai.

O aperto no peito só me faz lembrar
o vazio da nossa condição,
por isso carrego no bolso
palavras de incentivo.

*Até que ponto,
caberá nas asas de uma gaivota
todo o voo de um sonho bom?

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