Entro nas folhas outonais do pátio,
com a mesma esperteza daqueles que já nasceram mortos.
Não nos cabe mais a aurora, nem os cantos matinais.
O momento exige fôlego e disciplina,
como só os lagartos podem ter.
Rastejemos a procura de anzol,
que o raiar da lua, ainda está no mar.
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