De todas as vidas que me estufam
a que me faz árvore veio logo na infância.
Busco um rio que não sei donde, nem porque,
e sigo a correnteza sem perceber.
Quando margeio as beiradas da lua
pingo de céu em céu
azuleijos azuis.
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Sou mais de mim quando me desesqueço.
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
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siga essa correnteza
ResponderExcluirdesesqueça querida minha
dedê riacho alegre e de repente uma fantástica e criativa curva inesperada...
ResponderExcluirSempre me intriguei com o rio, também me sinto um. Tudo acontece agora, já aconteceu tanta coisa..e lá está o rio da "Água limpa" em minas, lugar em que pisei aos 6 anos de idade. A água corre lá desde de sempre,sem parar, aconteça o que acontecer... incrível isso...
As arvres somos nozes... enraizadas, subindo em direção ao infinito, sombreando o que precisa de sombra.
ResponderExcluirLindo escrito.