sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Perdida no baú

Dentro de mim, sempre um sorriso novo.
Há um violino constante que traz no ventro, as lembranças de minha vida.
Às vezes, danço; outras, silencio.

Nos meus olhos molhados, a Vida é sempre ligeira demais.
Quem se importa com a cor da terra?

Até onde vão nossos sonhos?

Quero até o fim, as cordas do meu violino...

Um comentário:

  1. querida és o próprio violino cantando uma fina canção...alegrinha e ligeira essa canção entra pelos meus poros e me deixa acostumada a amar... beijos Gil

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